Conquista e Mudança - Parte 2
Postado por rafael regis / tags:

Continuando aqui o post anterior, ontem aconteceu um fato bem interessante e que tem a ver com o tema. Eu e mais 3 amigos saímos de casa para ir à Adoração ao Santíssimo, chegando ao local, a luz tinha acabado e o Ministro responsável estava aguardando a luz voltar para colocar o Santíssimo exposto.
Aguardamos um pouco e a luz nada de voltar... Nós como equipe de trabalho, conversamos entre nós e vimos que uma simples falta de luz não poderia atrapalhar aquele momento tão importante e fomos até o Ministro tentar resolver de alguma forma e mostrar que as pessoas tinha ido até lá somente por causa daquilo e que seria injusto não ter a adoração. Conseguimos então contornar a situação e fazer o momento acontecer. No final das contas a luz voltou e não precisamos usar o plano B.
Agora porque isso tem a ver com o post anterior?
Se formos analisar, o que aconteceu ali foi uma identificação do problema e uma tentativa de criar uma solução, mas isso só aconteceu porque a equipe estava toda num mesmo objetivo e todos estão identificados com o tipo de trabalho exercido. Se talvez um dos membros não fosse de acordo, poderíamos gerar um impasse e não teríamos força para mostrar ao Ministro que deveríamos ter a adoração e este com certeza não entraria de cabeça conosco.
As pessoas que freqüentam os grupos, o fazem por vontade própria e essa vontade de estar ali deve ser levada em consideração na hora de exercer alguma função. Por menor que seja a função, ela tem extrema importância no processo inteiro. Como diz a música: “se sou fiel no pouco, Ele me confiará mais...”
Era sobre isso que falava na primeira parte. Se houver a conquista da equipe pela própria equipe, no caso o cliente interno, a pessoa que realmente fizer parte será identificada e a que não fizer parte do processo de motivação, é a que deve ser modificada e encaminhada para outras pastorais, onde o serviço dela poderá ser mais bem utilizado.
Tudo isso parece bem óbvio e bem fácil de identificar, porém é muito difícil de fazer, pois as pessoas trabalham como voluntárias, sem receber “nada” em troca. A recompensa vem de uma forma que nós não conseguimos ver e nem pegar, só conseguimos sentir e somente quem estiver aberto a este sentimento é que realmente terá esta experiência. Como escrevi no post anterior, Deus pega na curva...
Vamos rezar pela nossa Igreja!
Um abraço.

